sexta-feira, 16 de novembro de 2012

FLIPORTO ( FEIRA LITERÁRIA INTERNACIONAL - OLINDA PE)




15/11/2012


 Com o meu Amigo Onildo Moreno










No Stand da Prefeitura em Olinda recitando no encontro do Movimento Artístico Literário e Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista PE




18/11/2012

 No Stand da Prefeitura em Olinda recitando no encontro do Movimento Artístico Literário e Sociedade dos Poetas Vivos de Olinda


22/11/2012
Recitando no Stand de Artes e Cultura na Crediart - Perpart no Cordeiro Recife

domingo, 11 de novembro de 2012

RECITANDO AS MINHAS POESIAS DO LIVRO POESITANDO





OLINDA




Olinda mira Recife do alto,
como se estivesse a admirá-lo.

Suas ladeiras íngremes
nos levam ao tempo,
contam-nos histórias de antanho.

Casario vetusto, porém conservado,
galeria nobre de artistas diversificados.

Mar prateado em noite de lua cheia,
águas mornas em dia ensolarado.   
   

LUIS EDUARDO GARCIA AGUIAR



P   O   E   S   I   T   A  N   D  O     

                                                                        
ISBN 978-85-911689-0-3





Encontro da UBE NÚCLEO PAULISTA PE 10 de novembro de 2012



Maria Beatriz, filha de Ângela Paiva, Rev Daniel Barbosa e Lucélia Gomes


Maria Beatriz, filha de Ângela Paiva, Rev Daniel Barbosa e Eduardo


Eduardo Garcia, Lucélia Gomes, Margarett Leite, Onildo Moreno e Mário Santos

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

POSSE UBE NÚCLEO PAULISTA PE


COMPOSIÇÃO DA MESA
Amaro Poeta, Margarett Leite, Alexandre Santos, Melchíades Montenegro, Ricardo Andrade e Bernadete Serpa




Onildo Moreno, Luciene Gomes, Eduardo Garcia, Leonardo Magno, Lucélia Gomes, Magno Leite e Rev Daniel Barbosa
 
TOMANDO POSSE COMO MEMBRO DA UBE NÚCLEO PAULISTA PE
RECBENDO O DISTINTIVO DAS MÃOS DO SR ALEXANDRE SANTOS PRES. DA UBE








domingo, 23 de setembro de 2012

ENCONTRO E REUNIÃO DA UBE NÚCLEO PAULISTA PE


Rev Daniel, Eduardo Garcia e Margarett Leite


Josias Alexandre e Esposa, Lindalva Vanderlei, Margarett, Luciene, Onildo, Lucélia, Rev Daniel e Eduardo

Lucélia, Margarett, Eduardo, Rev Daniel, Onildo e Lindalva


Josias Alexandre e Esposa, Lindalva, Margarett, Luciene, Magno e Esposa, Lucélia, Daniel e Eduardo



ENCONTRO COM OS ARTISTAS E ARTESÃOS DE MARINHA FARINHA PE











COM AMARO POETA HOMENAGEADO DA FLIPA (FEIRA LITERÁRIA DE PAULISTA/PE)

  


  

REUNIÃO DA ALAP (ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DE PAULISTA/PE)








quinta-feira, 16 de agosto de 2012

NA 22a BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SAMPA






 No Site do Grupo Scortecci

 No Site do Grupo Scortecci

 No Site do Grupo Scortecci

No Site da Bienal/SP


ALÉM DA FRONTEIRA À VENDA NA CULTURA







ISBN: 8536625449
ISBN-13: 9788536625447
Idioma: português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 21 x 14 cm
Peso: 0,120 kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2012
Número de páginas: 60

Sinopse

'Além da fronteira' é a autobiografia de Luis Eduardo Garcia Aguiar, que narra sua história a partir do momento em que deixa Montevidéu, no Uruguai, e chega a São Paulo. O livro conta ainda os fatos mais marcantes durante os treze anos de sua permanência na cidade e sua mudança para Paulista, na região metropolitana de Recife (PE). Uma história de aventura, de emprego e desemprego, de amor e de família, de aprendizado, de superação, de muitas mudanças.

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=30177096
sid=77402484914721504842132339

ALÉM DA FRONTEIRA À VENDA NA MARTINS FONTES




Sinopse

'Além da fronteira' é a autobiografia de Luis Eduardo Garcia Aguiar, que narra sua história a partir do momento em que deixa Montevidéu, no Uruguai, e chega a São Paulo. O livro conta ainda os fatos mais marcantes durante os treze anos de sua permanência na cidade e sua mudança para Paulista, na região metropolitana de Recife (PE), onde reside e é muito feliz até hoje. Desde o Uruguai, passando por São Paulo até chegar ao Recife. Uma história de aventura, de emprego e desemprego, de amor e de família, de aprendizado, de superação, de muitas mudanças. Uma história que certamente fará você pensar na sua história.

Ficha Técnica

Editora: SCORTECCI EDITORA
ISBN: 8536625449
ISBN13: 9788536625447
Edição: 1ª Edição - 2012
Número de Páginas: 60
Acabamento: BROCHURA
Formato: 14,00 x 21,00 cm.
http://www.martinsfontespaulista.com.br/ch/prod/429364/ALEM-DA-FRONTEIRA.aspx

sexta-feira, 27 de julho de 2012

ESTÃO À VENDA NA LIVRARIA ASABEÇA

  • ALÉM DA FRONTEIRA  
  • Código: 978-85-366-2544-7
  • Luis Eduardo Garcia Aguiar - Scortecci Editora - Memórias - Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2012 - 60 páginas
  • R$ 25,00
  • Além da fronteira é a autobiografia de Luis Eduardo Garcia Aguiar, que narra sua história a partir do momento em que deixa Montevidéu, no Uruguai, e chega a São Paulo. O livro conta ainda os fatos mais marcantes durante os treze anos de sua permanência na cidade e sua mudança para Paulista, na região metropolitana de Recife (PE), onde reside e é muito feliz até hoje. Desde o Uruguai, passando por São Paulo até chegar ao Recife. Uma história de aventura, de emprego e desemprego, de amor e de família, de aprendizado, de superação, de muitas mudanças. Uma história que certamente fará você pensar na sua história.
  •  http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?prod=6034&kb=1014

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  • ANTOLOGIA NOSSA HISTÓRIA, NOSSOS AUTORES - VOLUME II  
  • Código: 978-85-366-2627-7
  • Vários Autores - Scortecci Editora - Poesia - Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2012 - 332 páginas
  • R$ 40,00
  • Trilhar passo a passo o caminho da criação à edição, incentivando novos talentos, sempre será o objetivo da Scortecci. A sua história está sendo escrita pelos seus autores e suas obras. Razão e essência de sua existência.
 http://www.asabeca.com.br/detalhes.php?prod=6021&kb=1239

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

RECIFE

Jairton Jurinich

Recife

Nos arcos de um casario
d'uma arquitetura sobrevivente
ou nos rastros rasbiscados de um bondinho
refletindo um outrora glorioso
como uma paisagem de painel a óleo
cenário pronto para um filme antigo
Zona do porto, orda de marujos
E as "Polacas" no teatro da vida
Eu ainda as vejo ...nas varandas/
nos carnavais de outrora
no Recife Antigo

Hoje céu nublado
vento fresco e salgado
o povo escuro num labor em frenesi
no comércio alucinado
Alto brado, Afogados/
camelôs em agonia e profusão, São José/
Boa Viagem, Candeias, Piedade...
Outras terras, outras gentes, gostei!

O verde do mar
A moldura deste quadro
Com certeza é a causa de tudo
do povo miscigenado
seminu e alvissareiro
da paisagem bela e da leveza do viver
do turista aleatório
avermelhado tolo
das velas, do peixe e..
do côco
Das piscinas azuis,
recortadas de corais...
das espumas nos arrecifes...
AH! RECIFE!!!!

Candeias/ Abril 1999/ Jairton



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Paulino Vergetti Neto

Espiada...




Há um burguês abastado vendedor de hóstias,
a produzir a perfeição dos próprios pecados,
onde eu espio docemente algemado,
louco para correr livre sobre os prados
mas a ver tua vida passar-me por réstias.

O sol cobre o tule desse teu vestido,
desmentindo a tua carne, que me nega dormindo
o que acordado rege, em teus atos, alguma voz esquisita.

Não olho a plateia, mas o palco
cheio de mim e a encontrá-los,
a toda laia que outros, banidos, fazem.

Imêmore de mim sou esse outro viés ousado
que vela sozinho a multidão chorosa,
como se o mundo fosse de tudo alheio ao gozo
e minha vida um torpor acelerado.


Paulino Vergetti Neto
Publicado no Recanto das Letras em 04/04/2012
Código do Texto: T3593613




As cores do teu coração






Vou trazendo-me ao léu por alheios braços
em um lindo abraço que também ao léu a lua dá a noite,
serenando em açoites o milagre desse nosso reencontro,
olho-a-olho, ombro-a-ombro,
em luzidio desejo de ter-te inda mais minha


É este poema meu, pois, ato vencido,
depois que o teu amor deixou-me e foi embora
para viver noutro poema ou noutros versos sem memória,
nas estrofes do que mais distante estiver de nós dois.


Teu coração escreveu ao meu falando de amores,
uns tortos, outros díspares, outros doutros sabores,
nos olhos que teus olhos viram e pediram pra ter
antes que o meu coração soubesse que o teu possuía outras cores...




Paulino Vergetti Neto
Publicado no Recanto das Letras em 18/04/2012
Código do Texto: T3619320

terça-feira, 30 de agosto de 2011

OLAVO BILAC




A velhice


O neto:
Vovó, por que não tem dentes?
Por que anda rezando só.
E treme, como os doentes
Quando têm febre, vovó?
Por que é branco o seu cabelo?
Por que se apóia a um bordão?
Vovó, porque, como o gelo,
É tão fria a sua mão?
Por que é tão triste o seu rosto?
Tão trêmula a sua voz?
Vovó, qual é seu desgosto?
Por que não ri como nós?

A Avó:
Meu neto, que és meu encanto,
Tu acabas de nascer...
E eu, tenho vivido tanto
Que estou farta de viver!
Os anos, que vão passando,
Vão nos matando sem dó:
Só tu consegues, falando,
Dar-me alegria, tu só!
O teu sorriso, criança,
Cai sobre os martírios meus,
Como um clarão de esperança,
Como uma benção de Deus!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

LINK - LIVRO POESITANDO



Charrua é o pseudônimo de Luis Eduardo Garcia Aguiar, nascido em Montevidéu, Uruguai , em 06.10.1952; hoje naturalizado brasileiro e morando em Pernambuco.
Dedica parte desta obra à cidade do Recife pela qual tem total apreço, embora vivendo na cidade de Paulista.







Dedico estas Poesias a todos aqueles que acreditaram e acreditam em mim; este é o resultado do meu trabalho.

Abraço para meus familiares e amigos, junto com o meu agradecimento.







O autor

CONTRASTES












CONTASTES


Vejo-te calma, pacata, tranqüila.
Vejo-te triste, talvez deprimida.
Recife aldeia, por vezes, metrópole,
Recife metrópole, às vezes, aldeia.

Vejo-te alegre, feliz, buliçosa,

agitada, um tanto violenta,
amarga, acre, cinzenta,
doce, de muitas facetas.

No entanto, embalas,

no entanto, acalentas.



Charrua - LUIS EDUARDO GARCIA AGUIAR (Livro Poesitando)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

RIMAS - GUSTAVO ADOLFO BÉCQUER






No digáis que agotado su tesoro
de asuntos falta, enmudeció la lira;
podrá no haber poetas pero siempre,
Habrá poesía

Mientras las ondas de la luz al beso
palpiten encendidas,
mientras el sol las desgarradas nubes
de fuego y oro vista,
mientras el aire en su regazo lleve
perfumes y armonías,
mientras haya en el mundo primavera,
Habrá poesía



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FAMÍLIA




Meus Pais, meus Avós preciosos seres que perdi ...
Perdi ?
Perdi-os, fisicamente, mas deixaram sua herança de amor e formação ética e moral.
Os meus Sogros que, com a sua humildade e simplicidade, souberam criar os filhos, formando-os para a vida, para o mundo.
Família a base de tudo, valorizemo-la porque o mundo esvazia-se perdendo os mais importantes valores que são: o respeito para com o próximo e, sobretudo para com os idosos, os mais experientes e sábios.
Devemos descartar todo tipo de discriminação, racismo e preconceito, e valorizar a educação familiar e o respeito.



Viva a Família !




Charrua (Livro Poesitando)



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Contemplativo

Contemplativo ergues olhares
De um poema atual há existir,
São às asas da canção
sublimada aos concertos
palavras ressurgir.
Espelho divisor de universo
jardins de auras criativas,
Palco que dança há poética
Do livro pensador aos mares.
Fitando flores em ventania
O colorir de arte desfila,
Em corpo de letras há pena
A escreve alma no seu templo.

Valmir Viana.
Poeta
www.valmir-viana.blogspot.com



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Orvalho do Éden

Gotas de cristas percorre
há pedra e a terra, como
chuvas sobre os mares as
águas banha todo azul verdejante.

Noites e astros embalam
uma harmonia que dita,
pelo pensar, qual raízes
fixa o mundo numa casa.

Pinta um quadro o pássaro
com há canção dos deuses,
numa atmosfera livre
de campos aos versos liberdade.

Valmir Viana.


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AVENIDA FUTURO

Jairton Jurinich

> >> Dois olhos assustados, lindas amêndoas
> >> os cabelos lisos escorrem no ser pequenino
> >> descalça tiritante no canteiro da avenida
> >> se aproxima trôpega com seus grandes olhos
> >> no teatro do sinal encena a peça
> >> A equilibrista do meio fio
> >> mão espalmada só escuto TIO
> >> fecho o vidro com um sinal de não, aumento o volume
> >> a água retoma seu leito, da hoje Avenida Copacabana
> >> enfrento o seu rio
> >>
> >> Navego cuidadoso até o próximo sinal
> >> Outros meninos, outras mãos, mesmo olhar
> >> porque eles têm os olhos tão grandes
> >> e a menina, sete, oito, a me estender a mão
> >> retirante da seca ou herdeira dos viadutos
> >> Seis horas. Ave Maria. Paz no coração
> >> Chove no Recife enchendo os lares no mangue
> >> empurrando seus moradores para as calçadas e marquises
> >> um batalhão descalço engrossa as fileiras dos desesperados
> >> ultrapasso seus pedidos e os entulhos de plástico nas ruas
> >> deixo para trás o problema de outros infelizes
> >> lembro da menina e de seus olhos marejados
> >>
> >> Escurece rapidamente
> >> na curva avisto o espelho do mar
> >> os faróis não incomodam o seu adormecer
> >> a chuva fraca parece carícias na sua face salgada
> >> soberano permanece imune às aflições humanas
> >> bate com força nos arrecifes e estoura
> >> os sais que trazem lembranças da mãe africa
> >>
> >> Menina... Que cresça logo e a minha culpa será menor
> >> és tão pequena que quase passas despercebida
> >> amanhã abrirei o vidro para você
> >> só o sinal que deverá estar fechado para mim
> >> ou terá que ficar para outro dia este ato de amor
> >> afinal...você sobrevive desses gestos ao acaso
> >> e foi só por acaso que lhe avistei em meio a chuva
> >> Ora menina! Cresça... Terás mais chance em outras avenidas.
> >>
> >>
> >> Recife – Maio de 2002
> >> Jairton Jurinich
(Uma menina que pedia trocados num sinal em Recife PE)


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Livre Presa.


Não fosse essa agrura
Que se transforma em cárcere

Hoje iria fazer
Eu sei o quê

Mas a liberdade...
...Não é bem maior

Que mente que não mente
Pode até ficar dormente...

Ah... Não fosse a mente
Hoje meu corpo voaria

Presa
Livre

Lilia Nascente

quinta-feira, 10 de junho de 2010

MADRUGADA - Traduzido do português



Porque lloras madrugada
lágrimas de rocio triste?

Si la luna llena atrás de las nubes
todavia existe, y vendrá el sol naciente
para secar tu rostro frío.







ES PENTA! - Traduzido do português


Carnaval, colores,
no, no es la fiesta de Momo,
es la Copa de nuevo.
Un título a más, el Penta
danza, celebra Pueblo !






Charrua - LUIS EDUARDO GARCIA AGUIAR (Livro Poesitando)